pulôver de lã cinza argentino/ black dress zara/meia calça americanas/galochas de são carlos
Top five • 6 graus pela manhã • almoço delícia na casa da mãe • encontro especial de terça com as amigas na vermelho • croissant e chocolate quente • noite fria (gellaaaadddaaaaa) e aquecida pelo marido.
ps- tentei me jogar na cozinha hoje e fazer o jantar... bom, é de dar risada... fiz um macarrão na manteiga que ficou médio (bem médio) e tentei fazer um bolo de chocolate (de caixinha) que virou biscoito. hahaha uma negação total na cozinha!!! Mas logo mais terei aulas de culinária básica com as meninas aí de cima... não vejo a hora.
ps2- a lente dessa minha camera é meio angular, fiquei puta mas a terceira foto tá um horror... tá certo que sou meio baixinha, mas gorda desse jeito aí... afe... pulem a foto. hahaha
ps3- não tô aguentando esse frio, minha casa é um gelo, meu quarto (que é gigante) é um gelo, minha cozinha que tem muitas janelas mas nenhuma fecha direito é um gelo maior ainda, o aquecedor não tá dando conta, não aguento mais ficar dentro de casa. Tô pensando seriamente em ir passar as férias nas praias calorentas da Bahia... alguém que more no lugar mais quente, que tenha praia perto quer hospedar eu+marido+filha super boazinha e fofa?
2 milhões e meio de pessoas (ou mais) lotou neste domingo a Av. Paulista na Parada Gay. Todo ano vou dar uma olhadinha nas figuraças que aparecem por lá e esse ano levei a Maria. Fomos cedo, estava tranquilo, quando começou a lotar muito fomos embora.
Divertido, ainda bem que só faço isso uma vez por ano, não tenho saco pra multidões.
Genial e azarado. Esses são os dois adjetivos que melhor resumem o que é Terry Gilliam. O único estadunidense a fazer parte do grupo cômico Monty Python, Gilliam começou fazendo as animações non-sense que envolviam pés gigantes, cabeças que se abriam e mulheres assanhadas das vinhetas da série de TV e depois passou à direção de cinema. Estão no seu currículo filmes clássicos como Monty Python e o Cálice Sagrado, cultuados como Brazil e esquecidos como o recente Contra-Ponto, que saiu aqui direto em DVD. Mas ao assistir ao making of de Os 12 Macacos e ao documentário Lost in La Mancha é que vemos como os deuses do cinema vivem testando a fé de Gilliam. Principalmente neste último, que chegou a ser cancelado e tudo o que podia dar errado, deu. Do protagonista morrendo de dores nas costas e proibido de andar a cavalo a uma chuva torrencial que arrasou seu set de filmagens.
Depois de conseguir finalizar sem maiores problemas seus dois últimos projetos (Os Irmãos Grimm e o já citado Contra-Ponto), parecia que a maré de azar tinha passado. Até que veio o 22 de janeiro de 2008. Gilliam estava no meio das filmagens de O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus (The Imaginarium of Doctor Parnassus, 2009) e em um dos papéis principais estava Heath Ledger, incessantemente elogiado a cada nova cena que surgia da sua interpretação do Coringa em Batman - O Cavaleiro das Trevas, a ser lançado no meio daquele ano. O ator morreu em Nova York, deixando órfão sua pequena filha Matilda e sem rumo os amigos com quem filmava.
Gilliam quase teve de fechar as portas de sua produção de novo. E foi aí que entraram os amigos Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrel, que deram um passo à frente e se ofereceram para terminar o papel que o australiano interpretava. E quer saber? Se o filme fosse pensado dessa forma, talvez não ficasse tão bom. As cenas em que os três atores aparecem se passam dentro do tal mundo imaginário do Dr. Parnassus e lá você pode ser quem você quiser. Quem você sonhar. E por isso, a mudança de atores, que muita gente pode até estranhar no início, veste como uma luva em uma daquelas mãos que tem uma cabeça no seu topo.
Sim, a imagem é "gilliamética" e saiu mesmo da mente do desvairado autor. Essa e tantas outras, como águas vivas gigantes, balões de ar em formatos de cabeça flutuando por mundos coloridos, bocas que são "chupadas" nas caras das pessoas, cobras que aparecem do contorno de rios e escadas sem fim. Não há dúvida que Parnassus é o filme mais visual que Gilliam já construiu, equilibrando como nunca efeitos práticos com computação gráfica, como na cena em que acompanhamos o diabo conhecido como Nick (Tom Waits) chegando ao templo onde Parnassus (Christopher Plummer) comanda outros monges em meditações sobre tapetes voadores. Os dois fazem um pacto: em troca da imortalidade, Parnassus promete ao Diabo a sua filha quando ela completar seus 16 anos. Pensando ser mais esperto que o senhor das trevas, Parnassus não imagina ter filhos e consegue se manter invicto, até que conhece e se apaixona por uma mulher, a mãe de Valentina (Lily Cole). Quando o filme começa, Nick está de volta para cobrar seu prêmio. Tão bêbado quando desesperado, Parnassus tenta uma última cartada para manter a delicada e linda filha: conseguir cinco almas para ele antes do aniversário de Valentina, em três dias.
Tony (Ledger, Depp, Law, Farrel) entra em cena amnésico, pendurado pelo pescoço em uma ponte de Londres. É logo incorporado à trupe de Parnassus e com sua lábia vai ajudando a recolher as almas, para o desespero de Anton (Andrew Garfield), que sofre ao ver sua amada Valentina se apaixonando pelo novato. Porém, não se deve confiar em um personagem que foi batizado em "homenagem" ao ex-primeiro ministro britânico Tony Blair, descrito por Gilliam como um cara que "diria as coisas mais insanas e provavelmente acreditaria nelas".
Parnassus, no meio de todas as viagens entre o mundo imaginário e o cotidiano, ainda consegue guardar espaço para fazer críticas às pessoas que estão sempre atrasadas a ponto de deixar de sonhar e ao capitalismo. E há ainda um estranho número musical típico de Monty Python.
Talvez a história não agrade a todo mundo. Mas uma obra de Terry Gilliam jamais vai conseguir atingir tal feito. Sua mente funciona em uma frequência diferente. Seus sonhos são mais coloridos. Seus devaneios, mais sinistros. E seus filmes, bom, estes são cada vez mais ímpares no meio das fórmulas usadas pelas pessoas que podem até ser mais sortudas, mas não têm a mesma genialidade.
Nem o tédio que foi o sábado, nem o frio que faz aqui em SP me fez ficar em casa nesse sábado, demorei, mas fui assistir " O mundo imaginário do Dr. Parnassus " lá no Cine Bombril na Paulista. Última sessão, salinha pequenina, do jeito que eu gosto. Acho que até agora eu tô no mundo imaginário do Dr. O filme é espetacular. Uma explosão de surrealismo absurda. Jess que foi comigo viu pela segunda vez, pois o filme merece sim uma segunda vez. Depois falo mais sobre...
bom final de sábado e começo de domingo pra todos!
Sabe aqueles momentos que podem ser tornar os mais especiais da sua vida e que acabam escapando por um triz? Sophie Blackall sabe que não tem o poder de recuperá-los, mas bem que tenta fazer isso por meio de desenhos belíssimos.
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Já faz algum tempo que começou, a Tv Cultura voltou a passar os episódios de Contos de Fadas, eu quase morri quando um dia liguei a tv às 13 hs e lá estava, meu programa favorito de quando eu era criança. Eu amava, amava, amava...
Clássicos da literatura mundial como A Bela e a Fera, A Bela Adormecida e O principe sapo já foram vistos e revistos por milhares de pessoas, em centenas de adaptações e filmagens. Mas é na TV Cultura que o público vai encontrar esses e outros clássicos com a interpretação de consagradas estrelas de hollywood, como Robin Williams, Angelica Huston e Christopher Reeve. Isso por que, no dia 29, a emissora traz de volta à sua grade de programação infantil as superproduções da série norte-americana Contos de Fada (Faerie Tale Theatre - EUA).
Em 26 episódios, exibidos de segunda a sexta, às 13h, na faixa dedicada à família e voltada para crianças de oito a 14 anos, serão exibidas histórias como Chapeuzinho vermelho, Pinóquio, Cinderela,A pequena sereia, Branca de neve e os sete anões, A roupa nova do imperador, João e o pé de feijão, entre outras.
Criada pela renomada atriz Shelley Duvall, a série traz, a cada episódio, produções assinadas por grandes nomes, como Tim Burton, que dirigiu Aladin e a lâmpada maravilhosa (Aladdin and His Wonderful Lamp) e Mark Cullingham, responsável pela direção de A princesa que nunca sorria (The Princess Who Had Never Laughed). O programa também conta com a trilha sonora assinada por George Cage.
To ficando meio de saco cheio dos posts diários... muita cara minha por aqui, eu tô ficando enjoada de mim já hehe. Acho que ficarei fora por um tempo...
Mas enfim, hoje passei a tarde com a minha mamis, compramos esmaltes naquelas perfumarias de bairro, fomos ao supermercado, comprei um vestidinho lindo, florido, por 30 reais no carrefour e tomamos milkshake de morango, eu simplesmente AMO o milkshake de morango do Bob's, amo amo amo... não sou muito chegada a sorvete, mas o milkshake de morango me faz feliz!
Minha Maria está doente, depois que peguei ela na escola, levei ao médico e descobri que ela tem uma sinusite absurda e uma possível alergia a lactose (nnaaaooo) estava com amidalite e tomou bezetacil (que dó!).
Queria viajar nesse feriado. Não aguento mais essa cidade caótica. Vou comprar uma casa no campo e me mudar pra lá... hehe