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sábado, 16 de janeiro de 2016

As fases enlouquecidas da vida

Eu sou assim, de fases. Mas não tô falando de fase de loucura não, longe disso, falo sobre algumas manias que eu tenho, nem sei se posso chamar de mania, de fase de alguma coisa.
Por exemplo: tem fases que só leio, aí devoro milhões de livros de uma só vez, não converso, não quero amizade, não quero nada, só ler. Isso dura uns meses, aí passa.
Continuo lendo, óbvio, mas não com tanta ânsia.
Aí tem fases que sou dos seriados, não converso, não quero amizade, não quero nada, só devorar todas as temporadas de uma só vez. Até acabar, aí eu entro numa mini deprê de uns dias por sentir falta daquilo, aí passa.
Agora estamos em época de Oscar e é só sair a lista dos indicados e a fase dos filmes OSCAR começa.
Hoje já assisti 3.

Já já passa!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Filmes para o final de semana.

O final de semana está aí e pela previsão do tempo, parece que vai chover boa parte dele.
Então resolvi compartilhar alguns filmes bem gostosos de se ver que eu assisti recentemente.
Daqueles que terminam e você ainda continua com um sorriso no rosto e pede pra ter continuação.
Coloquei o link embaixo de cada filme para um site online, todos legendados e com ótima qualidade.

Aí estão eles, enjoy.


Sinopse:
Desde que Megan terminou o seu noivado, ela passa a maior parte do seu tempo em casa, entendiada. Um dia, seus amigos a convencem a sair um pouco, e encontrar alguém na Internet para uma noite de sexo sem compromisso. Assim ela encontra Alec, com quem passa uma noite desastrosa. No entanto, na hora de ir embora, uma grande nevasca bloqueia a porta, forçando os dois a permanecerem juntos, e a se conhecerem melhor.
Uma delicia de filme, com o mesmo ator do WHIPLASH, Miles Teller. 


Sinopse:
Maggie (Melissa McCarthy) acaba de se divorciar. Ela e o filho de 12 anos -fragilizado pela separação dos pais – se mudam. Um vizinho, St. Vincent De Van Nuys (Bill Murray), se aproxima deles e se oferece para cuidar do menino. Depois de hesitar, Maggie aceita, pois é enfermeira e faz plantões de madrugada. Uma grande amizade nasce entre o menino e o veterano de guerra, Vincent. Apesar de ele não ser a pessoa mais indicada para cuidar de uma criança, essa amizade faz muito bem ao menino.
Eu simplesmente adorei esse filme. Leve, engraçado.


Sinopse:
Uma cantora (Keira Knightley) se muda para Nova Iorque, mas logo após chegar no local, seu namorado americano decide terminar o relacionamento. Em plena crise, ela começa a cantar em bares, até ser descoberta por um produtor de discos (Mark Ruffalo), certo de que ela pode se tornar uma estrela.
AMEI!


Sinopse:
Após a morte de sua mãe, um divórcio e uma fase de autodestruição repleta de heroína, Cheryl Strayed (Reese Witherspoon) decide mudar e investir em uma nova vida junto à natureza selvagem. Para tanto, ela se aventura em uma trilha de 1100 milhas pela costa do oceano Pacífico.
Eu sempre adorei a Reese Witherspoon, ela esta espetacular nesse filme. 


Sinopse:
Paige (Gillian Jacobs) e Sasha (Leighton Meester) são duas amigas inseparáveis. A sengunda é lésbica e recebe o apoio da primeira, que promete se casar apenas quando a amiga tiver os mesmos direitos legais. A cumplicidade, no entanto, acaba colocada à prova quando Paige se apaixona por um jovem e belo médico (Adam Brody).
Outro filme despretencioso, moderninho. 


Sinopse:
Quando uma jovem mulher irresponsável e imatura (Keira Knightley) recebe um pedido de casamento de seu namorado, ela entra em crise. A primeira ideia é fingir que precisa fazer um retiro em busca de auto conhecimento profissional, mas de fato ela se esconde na casa da sua nova melhor amiga, a adolescente Annika (Chloe Grace Moretz).
A capa desse filme não convence muito mas vale a pena, eu adorei! E a Keira Knightley está mais uma vez linda.


Sinopse:
Wallace (Daniel Radcliffe) está sozinho há um ano, após terminar com a namorada depois de vê-la com outro homem. Encerrado o período de luto pelo fim do relacionamento, ele acredita que é hora de seguir em frente. Um dia, em uma festa organizada pelo melhor amigo Allan (Adam Driver), ele conhece Chantry (Zoe Kazan), a prima dele. Não demora muito para que o papo entre eles flua naturalmente e Wallace se ofereça para levá-la até em casa. Mas, ao chegar, ele descobre que Chantry tem um namorado, Ben (Rafe Spall), o que o desanima. Dias depois, Wallace e Chantry se reencontram por acaso e, após uma rápida conversa, decidem ser apenas amigos. A partir de então, eles andam juntos por tudo quanto é canto, apesar de Wallace nutrir um sentimento romântico por ela.
O que eu posso dizer sobre esse, hipsterzinho, fofo, leve... 


Gostou?
Comenta aqui...
Bom final de semana!

* * *

sábado, 29 de maio de 2010

Pics of Day - Sexta-Feira

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Blazer Zara/Top Zara/Legging Jeans black Renner/ Sapato Topshop

Dia da estréia de Sex and the City 2, mas antes de ir assistir, eu e minha amiga Carol, passamos na minha loja favorita, onde minha outra amiga (e ex roommate) Cristiane Guedes, trabalha como gerente. Ela nos deu uma garrafa de proseco, pra quê ne? Chegamos na sessão levemente embreagadas e dando altas risadas.
Eu não tenho nem o que falar do filme, quem gosta gosta e vai morrer de rir nesse. Diferente do primeiro que é mais dramático, esse é risadas do começo ao fim, fora as roupas né? Carrie está com uma roupa diferente a cada 3 minutos. As mais incríveis de todo o universo. De morrer!

Depois encontramos nossos bofes para um drink no VOLT.
Nunca tinha ido lá, incrível, bar super delícia, tranquilo, moderno, bem frequentado.
Os drinks são ótimos e os aperitivos e lanches, nem se fala.
Terminamos a noite em grande estilo (bem sex and the city).
Amei minha sexta-feira!

Aqui tem um resumo bem bacana da história do sex and the city.

xoxo

terça-feira, 27 de abril de 2010

Alice in Wonderland

Alice no País das Maravilhas talvez seja uma das histórias infantis mais queridas pelos adultos. Primeiro porque existe encanto e beleza e um certo toque de magia e absurdo, como em toda história infantil inteligente; depois, porque as mensagens subliminares escondidas em cada episódio, cada aventura vivida pela menina que cai na toca de um coelho e vai esbarrar em outro mundo, onde nada parece fazer sentido, dá margem às interpretações mais diversas. Têm pesquisadores que até duvidam que Alice no País das Maravilhas tenha sido escrito para crianças. À luz da psicanálise, o jogo de espelhos, a loucura do chapeleiro, as obsessões da rainha de copas, o esconde-esconde com o gato, as variações de tamanho da personagem (ora minúscula e insignificante, ora gigantesca, desproporcional, sempre inadequada) dizem muito mais para um adulto do que para uma criança. Embora, originalmente, a história tenha sido escrita para uma menina de dez anos. No entanto, uma criança do século XIX. Alice e, por tabela, Lewis Carrol, seu criador, são enigmas que se reconfiguram e não perdem a juventude, o ineditismo, a surpresa, mesmo mais de século e meio depois da primeira publicação do livro na Inglaterra da época vitoriana, em 1865.

As edições da história de Lewis Carrol são igualmente inesgotáveis. Das comentadas, luxuosas, integrais, às simplificadas para os menorzinhos, sempre existe uma “alice” adequada ao senso crítico ou idade do leitor. É uma história que, quando lida na infância, é interpretada de um jeito e quando lida na idade adulta, ganha outros significados. As meninas da minha geração e creio que outras antes de nós, quando eram pequenas, queriam viver as aventuras da pequena Alice, apenas pelo gosto de conhecer o exótico, o diferente, transgredir,embora na infância não tenhamos nem consciência do que é uma transgressão. Só sabemos que, no nosso mundo lúdico, sempre há lugar para as coisas aparentemente sem sentido, mas recheadas de significados. Mal sabíamos nós que, ao crescer, encontraríamos em vários rostos pela vida afora, diversas versões da rainha de copas, do gato de cheshire e do chapeleiro louco. De certa forma, toda menina traz dentro de si, mesmo quando mais velha, um pouco de Alice, seja no país das maravilhas ou de um dos dois lados do espelho.

Curiosidades de Alice
Uma curiosidade sobre a história do livro é que ela nasceu em um passeio de Carroll com suas três irmãs (entre elas Alice), pelo rio Tâmisa. Ali, ele as divertia contando e inventando histórias. E assim nasceu o conto de fadas “As aventuras de Alice no subterrâneo” (Underland, Alice entendia Wonderland). Alice gostou tanto da história que pediu a ele que a escrevesse. Carroll adicionou mais fantasia e personagens e nascia assim “Alice no país das Maravilhas".
Naquela epoca os chapeleiros mexiam com mercúrio em suas misturas, nunca tomando chá de verdade, entao isso acabou afetando eles como uma droga, e fumava-se muito ópio. Exemplo a largarta que fuma, doidona de ópio.

Alice de Tim Burtom
O diretor, que sempre imprime sua marca nas adaptações – a licença poética parece genial para uns e blasfêmia para outros – neste filme optou por uma espécie de sequência da história original de Carrol.
Alice, aos 17 anos, descobre que está prestes a ser pedida em casamento e, para não casar, foge seguindo um coelho branco e vai parar no País das Maravilhas, onde esteve aos sete, porém não recorda.

Personagens


No sentido horário: Alice (Mia Wasikowska), Chapeleiro Maluco (Johnny Depp), Rainha Vermelha (Helena Boham Carter esposa do Tim Burton) e Rainha Branca (Anne Hathaway)

Trailer



Aqui o trailer do filme de 1951 e Aqui a primeira versão de 1903, chorei!

Só tenho que dizer que o figurino da Alice, e do restante do filme é inacreditavelmente belo.
Tim Burton sempre surpreende.
Tim Rocks!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Onde Vivem os Monstros






Hoje fui assistir " Onde vivem os monstros " e saí da sala de cinema completamente apaixonada. O filme é fascinante, emocionante, triste, belo... uma trilha sonora que toca o coração.

Quando o escritor Dave Eggers leu, na infância, o clássico "Onde Vivem os Monstros" (1963), de Maurice Sendak, ficou aterrorizado. Foi preciso chegar aos 20 anos para ler o livro sem medo. No tempo em que foi publicado, "Onde Vivem os Monstros" passou pelo mesmo tipo de incompreensão, sendo banido de algumas livrarias. Mas a recepção dos leitores foi maior que o medo, e a obra atravessou os anos assombrando um número cada vez maior de fãs de todas as idades. Entre eles está o presidente Barack Obama, que leu o livro para crianças na Casa Branca, na última Páscoa.

Adaptação cinematográfica de Spike Jonze, o mesmo do estranho e divertido "Quero Ser John Malcovich",rompeu a cortina medrosa que o separava dos leitores mais renitentes, que temiam o pior. Afinal, daquele punhado de frases (338 palavras, segundo a revista Time) e desenhos inimitáveis não poderia sair um longa-metragem que prestasse; nem que ele tivesse entre os produtores executivos o próprio autor do livro. Nem contando com o fã medroso Dave Eggers como roteirista.

O resultado, no entanto, é uma das coisas mais sensíveis que o cinema para crianças já produziu. O único problema é que "Onde Vivem os Monstros" não é exatamente um filme para crianças pequenas, por tratar com realismo algumas questões mais tristes da infância. Este é, no entanto, um dos seus grandes acertos.

Tudo já está no original de Sendak. Max é um garoto bagunceiro, vestido de lobo, que toca o terror em casa, perseguindo o cão e ameaçando devorar a própria mãe, que o chama de monstro e o manda para o quarto sem jantar. Max, então, vê uma floresta crescer ao seu redor, entra num barco e navega por um ano e algumas semanas até chegar a uma ilha habitada por monstros, que ele domina e dos quais se torna rei. Depois de se divertir de forma selvagem, Max se cansa deles, sente saudades de casa e deixa-se levar de volta atrás do cheiro da comida ainda quente que o espera no quarto.

Spike Jonze conseguiu rechear esse enredo escasso com muita imaginação. Criou uma família disfuncional, típica do novo cinema americano, em que o pai não aparece, a mãe sustenta a casa cheia de dificuldades, a irmã adolescente só quer saber dos amigos mais velhos e o caçula fica por conta da própria imaginação. O mini-ator que interpreta Max também se chama Max (Records) e parece que foi feito para o papel. Quanto aos monstros, eles são personagens tridimensionais – embora ajudados por computadores – e não apenas bonecos peludos e esquisitos. Eles parecem refletir as relações de Max com o mundo (e as vozes de James Gandolfini, da série "Os Sopranos", e Forest Whitaker, dão muita credibilidade aos bonecos).

Freud gostaria muito do livro e do filme, pois ambos tratam de temas relacionados aos sentimentos mais primitivos da infância – aqueles com os quais nosso inconsciente tem de lidar: a raiva, o lado selvagem da alma solitária que a imaginação libera. Esses sentimentos primitivos despertaram o medo nos primeiros leitores, e devem fazer o mesmo com os espectadores mais novos. Os monstros de Jonze, cheios de personalidade, não têm nenhuma fofura, são defeituosos e cruéis como todos nós em algum momento da vida.

Mesmo pesando nesses quesitos, o filme é, na maior parte da ação, uma festa selvagem, divertida e deslumbrante. As imagens captadas em paisagens reais e as atividades dos monstrengos liderados por seu pequeno rei enraivecido são inesquecíveis. E a música, que ficou aos cuidados de Karen O, dos Yeah Yeah Yeahs, e reúne gente importante de outras bandas, como The Racounters, é triste sem perder a doçura jamais. Ajuda a tirar lágrimas do espectador ao mesmo tempo em que anima os momentos mais brincalhões do filme.

Vale a pena cortejar o cinema com o original literário, lindamente lançado no Brasil pela Cosacnaify. O processo todo foi uma encrenca, pois Sendak, 81 anos, coberto de razão, não perdoa edições mal-feitas. Foi necessária uma longa troca de correspondências para receber a bênção do autor, que exigiu papel especial importado do Canadá e lombadas feitas de tecido. De forma que apenas a língua separa hoje a edição brasileira da americana.

E também vale a pena ler "Os Monstros" (Companhia das Letras), escrito por Dave Eggers, a partir da experiência com o roteiro. "Os Monstros" herdou o pique simples e misterioso do livro infantil e do filme. Tanto quanto eles, é uma visão fascinante do que significa crescer e lidar com esses monstros a que chamamos sentimentos.


Capa do livro de 1963 ( clique e baixe aqui em pdf )




Capa do disco, a trilha sonora é absurdamente maravilhosa ( clique e baixe aqui o disco todo )




Saí do cinema com aquela sensação boa de filme bom...
Fica a dica.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Lars Von Trier

Assisti " Anticristo " e a tempos venho montando na minha cabeça esse post sobre o filme.
Não é um filme fácil de se comentar nem de recomendar, Lars é foda!
Diretor de " Dançando no escuro "," Os Idiotas " e " Dogville " esse filme chocou o público muito mais do que os outros.
Porque? Porque Lars é foda! Lars choca! Lars é simplesmente um dos melhores de todos os tempos.
Dando um google básico, encontrei esse post ( um dos melhores que li sobre o filme ) então peço a permissão ao dono para copiá-lo aqui.




O caos reina: em 'Anticristo', Lars von Trier dá vida aos seus pesadelos.

Esqueça a crítica ferrenha aos Estados Unidos. Apague, por alguns minutos, da sua mente o movimento Dogma e sua "naturalidade". Lars Von Trier deixou tudo isso de lado para fazer seu mais novo filme, Anticristo, um terror psicológico, marcado por todos os pesadelos que teve durante os dois anos que passou em depressão. O filme estreou nos cinemas brasileiros nesta sexta-feira, dia 28, e já coleciona polêmica – território onde ele costuma andar com destreza em todos os seus trabalhos – desde a exibição no Festival de Cannes (assista ao trailer abaixo da texto).

Apesar de o diretor deixar de lado suas abordagens políticas, a ironia é a mesma de sempre: a mais cruel e refinada, com direito a cenas de mutilação genital, sexo explícito e questão “Deus realmente existe?”. E é justamente munido desse sarcasmo, que von Trier apresentou o filme nas coletivas em Cannes, auto-intitulado "o melhor diretor do mundo".

Diante das insistências para que explicasse o filme, foi vago nas respostas e soltou farpas como "eu não me preocupo com a audiência quando faço um filme" ou "foi Deus que me fez escolher essa história e realizar esse filme agora", além de elegê-lo o mais importante da sua carreira. Não é de se espantar, afinal Anticristo nasceu de todos os demônios que ele enfrentou nos anos de seu terror psicológico. O caos reina na história vivida pelos excelentes Charlotte Gainsbourg, premiada com a Palma de Ouro, e William Dafoe.

Para termos a dimensão do significado do filme na vida do diretor, Charlotte disse em entrevista à Folha de S.Paulo que as maiores dificuldades das filmagens foram os constantes ataques de pânico que ele sofria em algumas cenas. “Sabíamos que podia deixar o set a qualquer momento”, revelou.

A natureza demoníaca e o animalesco

Como é prática constante, o cineasta dinamarquês dividiu seu filme em capítulos – “Luto", "Dor (Caos Reina)", "Desespero (Genocídio)" e "Os Três Mendigos", além de trazer um prólogo e um epílogo – para contar a história de um casal (os nomes não são citados em nenhum momento) que se refugia numa floresta isolada, ironicamente chamada de Jardim do Éden, após a morte de seu filho.

Ela, uma escritora, totalmente entregue à dor da perda, ele, um terapeuta, que usa a psicologia cognitiva (abordada da maneira mais irônica a esse tipo de tratamento) para ajudar a esposa. Já envoltos na vastidão da natureza, o vegetal, o animal e, principalmente, os instintos humanos se misturam numa saga bíblica que mexe com a moral e os valores dos espectadores. Von Trier tira de Charlotte uma mulher em seu estado mais frágil e faz um retrato visceral, que de tão animalesco soa pornográfico.

A premissa é "e se a natureza fosse criada pelo anticristo?". Vale lembrar, aqui, que Lars von Trier é filho de pais ateus e tem, desde os 12 anos de idade, um exemplar de O Anticristo, manifesto anticristianismo de Friedrich Nietzsche, em sua cabeceira. Mesmo com esse histórico, o cineasta, implicante como é, se converteu ao Cristianismo em certo momento da vida, porém hoje perdeu novamente a fé na religião – embora sua nova obra seja toda permeada por símbolos e citações místicas.

A plástica do filme

Diferente da proposta de seus outros filmes, com câmeras no ombro e imagem o mais natural possível (herança do movimento Dogma), aqui, em Anticristo, ele investe na estética. A bela fotografia é assinada por Antony Dod Mantle (o mesmo de Quem Quer Ser um Milionário) e, desde a poética abertura, rodada em preto e branco e em câmera lenta, já impressiona. Nela, um casal faz sexo, de forma idílica e intensa, no momento em que seu filho pequeno sai do berço, se aproxima da janela e dali cai.

A música de fundo, neste prólogo, compõe a ironia: Lascia Ch’io Pianga, de Händel, com interpretação da soprano norueguesa Tuva Semmingsen, fecha uma das cenas mais belas dos últimos tempos.

Ironia ou homenagem?

Encerrado o filme, uma tela negra. Pouco mais de dois segundos, o espectador se depara com a frase: "Dedicado a Andrei Tarkovski (1932 a 1986)”. Depois do bombardeio de metáforas antisemitas, a impressão que dá é de um sarcasmo despudorado, já que o famoso cineasta russo tem na sua cinematografia um forte compromisso com o sagrado.

No entanto, Von Trier justificou e esclareceu essa dúvida na época do Festival de Cannes. "Para mim ele era uma espécie de deus. Me sinto ligado a ele, assim como a Bergman", comentou. “Meu trabalho e o dele têm uma relação religiosa. A primeira vez que assisti a um filme do Tarkovski, The Mirror (O Espelho), entrei em êxtase. Dedicaria todos os meus filmes a ele”, revelou.

Se entregue ao pesadelo

Lars Von Trier sabia o que fazia quando não quis explicar seu filme (e na verdade, que obra deve ser explicada?). E assim deve fazer o seu espectador. Anticristo não é um filme para ser explicado. Deve ser enfrentado (com muita coragem), sentido. Diante de todos aqueles símbolos e referências, ele só pede que você mergulhe nos seus pesadelos mais tenebrosos e busque algum significado, o seu significado.

Por Thyago Gadelha.

Assino embaixo Thiago!
A fotografia do filme é maravilhosa.






O Trailer




Já vou avisando, se você sofre de pesadelos, insônia, é super religioso, nunca assistiu a nenhum Dogma, nem sabe do que se trata e é frágil demais, NÃO ASSISTA! Com certeza você vai voltar aqui no dia seguinte me xingando por estar escrevendo sobre esse filme.
Mas se tudo bem pra você conter cenas fortes de mutilação genital, sexo explícito entre outras... assista e volte aqui para me dizer o que achou.
Vou dizer a real, demorei um pouco pra entender dentro da minha cabeça o significado real desse filme pra mim. Alguns dias, por assim dizer... entendi e logo, amei.

A atriz do filme,
Charlotte Gainsbourg tem uma banda linda, e canta muito. No post abaixo tem o link pra baixar as músicas dela.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Cinema


Aqui em São Paulo está acontecendo a Mostra Internacional de Cinema e hoje fui assistir Patrick 1,5. Um filme Sueco que conta a história de um casal gay, Göran e Sven que conseguem a permissão para adotar Patrik, um órfão sueco que eles acreditam ter 1 ano e meio. Mas quando o menino chega, ele não é bem o que eles esperavam. Houve um erro de digitação da idade do garoto e os pais receberam um jovem homofóbico de 15 anos com um passado criminoso.
O filme tem sua graça, engraçado, triste, daquele tipo de filme " fofo " de se ver.
Vamos torcer pra entrar em cartaz e todos poderem assistir.

AQUI o trailer.
E AQUI a programação para os próximos dias. Mas chegue cedo, pois as salas lotam rápido, eu cheguei bem em cima da hora e assisti o filme sentada na escada.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Persepolis



Hoje no Cinemax vai passar esse filme lindo, Persepolis.
22:00hs. Reprise na próxima terça também as 22:00hs.

Sinopse:
O filme conta a história de uma menina que cresce no Irão durante a Revolução Islâmica. É através dos olhos da precoce e extrovertida Marjane, de 9 anos, que vemos a esperança de um povo ser destruída quando os fundamentalistas tomam o poder, forçando as mulheres a usar o véu e mandando para a prisão milhares de pessoas. Inteligente e destemida, Marjane consegue fintar os "guardas sociais" e descobre o punk, os Abba e os Iron Maiden. Mas, quando o seu tio é cruelmente executado e as bombas começam a cair sobre Teerão durante a guerra Irão/ Iraque, o medo diário que invade o quotidiano do Irão torna-se palpável. À medida que vai crescendo, a ousadia de Marjane torna-se uma constante fonte de preocupação para os seus pais que temem pela sua segurança. Assim, aos 14 anos, tomam a difícil decisão de a enviar para uma escola na Áustria. Vulnerável e sozinha numa terra estranha, tem que enfrentar as típicas contrariedades dos adolescentes. Além do mais, Marjane é confundida com o fundamentalismo religioso e o extremismo, exactamente as coisas de que fugiu no seu país. Com o tempo, acaba por ser aceite e até conhece o amor, mas com o fim do liceu começa a sentir-se sozinha e cheia de saudades de casa. Apesar de isso significar ter que pôr o véu e viver numa sociedade tirânica, Marjane decide regressar ao Irão para estar mais perto da sua família. Após um difícil período de ajustamento, entra para uma escola de artes e casa-se, embora continue a levantar a sua voz contra a hipocrisia a que assiste. Aos 24 anos, percebe que, apesar de ser profundamente iraniana, não pode continuar a viver no Irão. É então que toma a dilacerante decisão de trocar a sua terra natal pela França, cheia de optimismo em relação ao futuro, moldada indelevelmente pelo seu passado.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Apenas uma vez



Hoje no Cinemaxe reprisará um filme lindo, chama-se " Apenas uma vez " às 01:00 ( eu sei que é tarde, mas vale super a pena! )
É lindo, é musical, é romântico. Lindo lindo...

Apenas Uma Vez é um daqueles conto de fadas urbanos, que você sai do cinema fazendo seu máximo para evitar entrar em contato com a vida real novamente. - L.A. Weekly

Ele é um talentoso músico, que ganha a vida com seu violão nas ruas de Dublin e ajuda o pai em uma loja de aspiradores de pó. Ela é tcheca que anda pelas mesmas ruas, vendendo rosas para sustentar sua família e tem como hobby o piano. O acaso fez com eles se encontrassem e a paixão pela música fará com que eles vivam uma experiência inesquecível. Uma linda história de amor embalada por músicas que traduzem os caminhos do coração.

Preste atenção na cena da loja de instrumentos musicais, prova dessa sensibilidade. É bela metáfora de início de relacionamento. Uma nota tímida aqui, um ensinando ao outro uma nova dinâmica ali, os dois buscando os mesmos acordes. O futuro pode ser uma música, um álbum ou apenas uma canção isolada, seja ela perfeita ou fora do tom. As chances e os riscos do relacionamento rumarem por um caminho ou o outro são infinitos. E parte do processo de amadurecimento é medir tais riscos.

Essa primeira música que os dois personagens - que não têm nomes, vale notar - tocam juntos se chama "Falling Slowly". E se o ator estreante Glen Hansard parece tocá-la e cantá-la de maneira belíssima é porque é ele mesmo o compositor e intérprete da canção. Hansard é vocalista da banda dublinense The Frames, da qual - não por acaso - o diretor do filme participou como contrabaixista até 1993. E a moça, vivida pela tcheca Marketa Irglova, também não é estranha ao estilo dele. Ambos trabalharam juntos no álbum The Swell Season, contemporâneo do filme.

Eu assisti no cinema, assisti quando passou na tv e hoje vou assistir novamente.

Assistam!!!

Fica a dia

Hoje, Cinemaxe , 01:00. Ou alugue.

Quem quiser baixar a trilha sonora do filme, CLIQUE AQUI. É de chorar...

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Hoje é dia de Maria



Moro ao lado do Jardim botânico aqui em São Paulo, não tão ao lado, mas perto, e nunca tinha ido ( vergonhaaa ). O lugar é lindo, ar puro, natureza, plantas, uma delícia. Não consegui ver tudo, cheguei tarde e já estava fechando, mas pelo que vi, tem uma biblioteca lá dentro, ambulante, que se chama " ler no parque " ou alguma coisa assim, achei demais! Quero ir um dia mais cedo pra ver quais são os títulos que eles tem lá.
Depois de passear pelo parque levei a Maria pra tomar um sorvetinho ( já que finalmente está fazendo calor nessa cidade ) e decidi ir ao cinema, o filme escolhido foi "A Era do Gelo 3 em 3D" o único que dava pra eu entrar com ela, demais, adorei, nunca tinha visto um filme em 3D, Maria assistiu metade do filme, e na outra dormiu.
Dia cheio. Assim que eu gosto.

Cinema



Estou tentando atualizar os acontecimentos dos últimos dias, ainda quero postar as fotos que tirei com a ilustre Aline na semana passada, mas a "tal" virose nos pegou de jeito que fiquei com preguiça. Aos poucos eu vou postando.

Bom, assiti na terça " À Deriva " no cinema.
O longa é centrado em Filipa, interpretada pela estreante Laura Neiva. Ela é uma jovem na transição da infância para a adolescência de férias em Búzios com a família que acreditava ser perfeita. Lá vive seus primeiros amores e tem que amadurecer quando descobre o caso extraconjugal do pai com outra mulher.
E tem no elenco a Camille Belle que é simplesmente divina.
Lindo, de uma beleza estética e poética. Vale o ingresso.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Cinema em casa

Alguns filmes realmente tocam o coracão, hoje assisti " Há tanto tempo que te amo " um filme de Philippe Claudel. O filme foi lembrando em diversas premiações internacionais, vencendo o César de filme estreante e melhor atriz coadjuvante e o Bafta de melhor filme em língua não inglesa. Preste atenção à interpretação de Kristin Scott Thomas, que interpreta a protagonista e venceu o prêmio da Academia Europeia. Dispensando maquiagem e usando um figurino destituído de qualquer charme, ela encarna com perfeição a dor e a culpa de uma mulher que causou uma morte. O longa conta a história de uma mulher que sai da prisão após ter cumprido uma pena de 15 anos e retorna à casa de seus familiares, onde terá de lidar com estranheza e rejeição.
É lindo, é sutil, é sobre a família, é sobre a dor e principalmente, sobre o amor.
Recomendo.




Outro ótimo filme que vi nesse final de semana foi " Uma vida iluminada " um filme de 2005 cujo principal é o ator Elijah Wood.
Um filme que causa imensa estranheza em seus personagens com comportamentos exagerados em determinados pontos, ou minimalistas em outro, mas tão ao extremo, que sua presença na tela acaba causando no filme uma atmosfera de fábula.
No longa, Elijah Wood é Jonathan Safran Foer, um judeu norte-americano que que tem como hobby colecionar tudo o que acha interessante. E nisto se incluem a dentadura da sua avó, flores, terras, dinheiro, fotografias, inseto e uma infinidade de pequenos objetos a que ele se refere como "lembranças familiares". Foer depois de ser presenteado com uma foto que mostra seu avô, ainda jovem, ao lado de uma garota ucraniana, conclui que a mesma foi a responsável pela fuga de seu antepassado daquele país durante a ocupação nazista e decide partir para a Ucrânia para encontrá-la. Para isso, contrata os serviços de uma pequena empresa familiar da Ucrânia, dedicada a conduzir turistas à procura de seus parentes desaparecidos durante a Segunda Guerra.
A trilha sonora e a fotografia do filme são de morrer!
Procure na sua locadora mais próxima, assista e venha aqui me dizer o que achou.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Assisti hoje - Sunshine Cleaning

Depois de ter visto no cinema " cocoricó na cidade " fiquei meio decepcionada comigo mesma. Levei Maria achando que ela iria gostar e ela nem olhou direito pra tela, queria mais andar pela sala e comer as pipocas caídas no chão.
Terça-feira é meu dia de ir ao cinema e hoje saí de lá sentindo falta de filme.
Comprei no meu camelô de sempre 6 filmes. Acabei de ver esse "Sunshine Cleaning" , dos mesmos produtores de " Pequena Miss Sunshine " o filme é fofo, gostei.



Fica a dica.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

De repente, Califórnia.




Ou Shelter, nome do filme original.
Fui assistir hoje no Cinematerna. Fiquei literalmente apaixonada, embasbacada pela beleza desse filme (e dos dois atores também). O filme é daqueles que não deixa nada a desejar, pelo contrário, saí da sessão com aquela sensação boa de ter visto um filme lindo. Aborda temas como respeito, família, carinho e acima de tudo, duas pessoas que buscam ser felizes. A fotografia é linda, a trilha sonora é linda, os atores são de deixar qualquer um(a) de queixo caído. Assistam e verão do que estou falando. Com certeza esse foi um dos filmes que vi esse ano que me apaixonei.
Dá até vontade de ir assistir novamente.

"Desde que tenha os seus olhos abertos, e encontre algo em que tenha fé, nada poderá te tocar. É incrivél como uma experiência pode mudar a sua vida para sempre..."

Recomendo.

A foto dos dois atores principais....

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Em cartaz

Ir ao cinema toda a semana me deixa cada dia mais feliz.
Toda terça estou lá para ver um novo filme... filmes que nem veria se não estivesse passando no CineMaterna (única sessão que eu consigo ir junto com a Maria).
Então, peguei o guia dessa semana e indico filmes que eu vi e gostei e que vale a pena o ingresso.

Esse ainda não vi, quero muito.
Brasil. Dir. Matheus Nachtergaele. Um milagre feito por Santinho quando criança o transformou em líder espiritual de uma comunidade da Amazônia. O filme acompanha as preparativos da festa anual em sua homenagem.

Está passando no Bourbon Pompéia, Cine UOL Lumière, Frei Caneca Unibanco Arteplex e no Reserva Cultural.

Esse também não vi ainda, vai passar no cinematerna na próxima terça.
França. Dir. Sylvie Verheyde.Stella é uma menina de 11 anos que mora com os pais em um bar de Paris, em 1977. Transferida para uma nova escola, ela conhece Gladys, que lhe apresenta um mundo diferente do que ela conhece e lhe proporciona novas experiências
.
Está passando no Cine Bombril, Cine UOL Lumière e na Reserva Cultural.

Li, Vi e Amei. Vale a pena se já leu o livro. Se não leu, parece filme de ação qualquer. E tem o Ewan MacGregor (lindo!).
Dir. Ron Howard. Após a morte do papa, o simbologista Robert Langdon é chamando para resolver uma crise no Vaticano. Quatro cardeais foram sequestrados por um grupo que promete matá-los a cada uma hora. Baseado no livro com o mesmo nome.

Em qualquer cinema perto de você.

Vi, gostei, mas aquela coisa... filme da globo né, comercial demais... engraçado... vale a ida.
Dir. José Alvarenga. Mercedes decide procurar um psicanalista. No divã, questiona seu casamento, sua vida profissional e seu poder de sedução.

Em qualquer cinema perto de você. hehe

Bem bom, na verdade, ver com a Maria andando pelo cinema a sessão toda foi meio difícil, tem que prestar bastante atenção pois há muito diálogo. Vale o ingresso.
França. Dir. Laurent Cantet. O longa acompanha o cotidiano de um professor de francês que dá aula em uma escola pública de Paris.

Está passando no Cine Segall ( aproveite a ida para conhecer o museu e ver a exposição )

Não vi ainda, mas dizem que é bem bom.
Reino Unido. Dir. James Marsh. A história do equilibrista francês Philippe Petit, que conseguiu caminhar sobre um cabo de aço entre as torres do Wold Trade Center em 1974. Documentário.

Está passando no Gemini.

Vencedor do oscar de melhor atriz, eu vi no começo do ano, e ainda está em cartaz, adorei. Lindo lindo... vale o ingresso.
Alemanha-EUA. Dir. Stephen Daldry. Michel é um adolescente berlinense que se apaixona por Hanna, uma mulher com quase o dobro de sua idade, na Alemanha do pós-guerra. Depois de oito anos separados, eles se reencontram no tribunal, onde ela é julgada por um crime de guerra.
Está passando no HSBC Belas Artes.


Bem legal, vi no começo do ano no cinematerna. E ver o Sean Penn fazendo uma bichona foi demais! Adoro ele.
EUA. Dir. Gus Van Sant. A trajetória de Harvey Milk, primeiro político americano eleito para assumir um cargo público depois de assumir publicamente sua homossexualidade.
Está passando no Cine Segall.


Nem preciso falar muita coisa, já disse em alguns posts atrás o quanto eu amei esse filme, ele é lindo, a história é linda... tudo maravilhoso, com certeza foi pra minha lista dos mais favoritos. Aproveite para ir já, pois saiu de cartaz e voltou de novo, deve ficar pouco tempo. Vale mil ingressos.
França. Dir.Vincent Parannaud e Marjane Satrapi. A história de uma garota iraniana que cresce em meio à Revolução Islãmica. Ela é enviada pelos pais à Áutria para escapar do regime consevador de seu país.
Está passando no HSBC Bela Artes.

Lindo, lindo... um filme para sair sorrindo. Amei. Ele é meio estranho, mas é legal.
Reino Unido. Dir.Mike Leigh. O filme acompanha episódios da vida de Poppy, uma professora de uma escola primária de Londres de extremo otimismo.
Está passando no Gemini.


Então, se estiver a fim de ver um filme e estiver pela Paulista. Veja um desses e depois venha aqui dizer o que achou.

Cult

Na quinta, estava subindo a Augusta sentido Paulista, e parei numa banquinha de dvds que me chamou a atenção, filmes legais, com caixinha, capinha, filmes francês, cults, enquanto ollhava tudo com os olhos cheios de vontade de comprá-los, ouço um "Karina" uma amiga que eu trabalhei há uns anos atrás, uma fofíssima. Conversa vai, conversa vem, abraços de saudades, pergunto: "que que você anda fazendo Lu? " ela me vira, aponta pra banquinha e fala: "estou vendendo dvds!". UHU! achei o máximo!
Poxa, tá certo que pirataria não é legal, mas sou super a favou... os preços são altíssimos para se adiquirir cultura aqui no Brasil. Alugar um filme BOM custa 8 conto na 2001, prefiro pagar 10 e levar pra casa, emprestar pros amigos, assistir meses depois de novo.
Acabei comprando 3 filmes. Todos são incríveis!
Fica a dica.



terça-feira, 12 de maio de 2009

sábado, 9 de maio de 2009

Anjos e Demônios

Estreia dia 15 de maio. Aguardo ansiosamente a estreia desse filme, praticamente devorei o livro que tem mais de 300 páginas, um livro incrível, misterioso, empolgante, daqueles que se lê e não quer parar. Sexta-feira que vem eu estarei lá, na primeira sessão do cinema. Com certeza!

domingo, 3 de maio de 2009

Filmes

Esses são os últimos filmes que vi, os meus favoritos, pelo menos até agora.