Essa é com certeza uma das lojas mais legais que já vi aqui em São Paulo. Situada na famosa rua da família Mancini, um cavalinho de carrossel e manequins coloridos chamam a atenção logo pela vitrini. Lógico que não resisti e tive que entrar. Fiquei o tempo todo de boca aberta com tantos livros incríveis, chapéus de montes, aliás, chapéu estilo panamá tem lá, de todas as cores e tamanhos, e custam apenas 125,00. Dica heim! Bicicletas gringas maravilhosas, telefones antigos, roupas, objetos de decoração de todos os tipos e tamanhos, afe, nem sei como dizer tudo que eu vi e tudo que tem lá, é muita coisa linda junta. Tem que ir lá pra ver. É incrivelmente demais. E fora que a rua é uma das mais bonitas do centro da cidade.
Hoje no Cinemaxe reprisará um filme lindo, chama-se " Apenas uma vez " às 01:00 ( eu sei que é tarde, mas vale super a pena! ) É lindo, é musical, é romântico. Lindo lindo...
Apenas Uma Vez é um daqueles conto de fadas urbanos, que você sai do cinema fazendo seu máximo para evitar entrar em contato com a vida real novamente. - L.A. Weekly
Ele é um talentoso músico, que ganha a vida com seu violão nas ruas de Dublin e ajuda o pai em uma loja de aspiradores de pó. Ela é tcheca que anda pelas mesmas ruas, vendendo rosas para sustentar sua família e tem como hobby o piano. O acaso fez com eles se encontrassem e a paixão pela música fará com que eles vivam uma experiência inesquecível. Uma linda história de amor embalada por músicas que traduzem os caminhos do coração.
Preste atenção na cena da loja de instrumentos musicais, prova dessa sensibilidade. É bela metáfora de início de relacionamento. Uma nota tímida aqui, um ensinando ao outro uma nova dinâmica ali, os dois buscando os mesmos acordes. O futuro pode ser uma música, um álbum ou apenas uma canção isolada, seja ela perfeita ou fora do tom. As chances e os riscos do relacionamento rumarem por um caminho ou o outro são infinitos. E parte do processo de amadurecimento é medir tais riscos.
Essa primeira música que os dois personagens - que não têm nomes, vale notar - tocam juntos se chama "Falling Slowly". E se o ator estreante Glen Hansard parece tocá-la e cantá-la de maneira belíssima é porque é ele mesmo o compositor e intérprete da canção. Hansard é vocalista da banda dublinense The Frames, da qual - não por acaso - o diretor do filme participou como contrabaixista até 1993. E a moça, vivida pela tcheca Marketa Irglova, também não é estranha ao estilo dele. Ambos trabalharam juntos no álbum The Swell Season, contemporâneo do filme.
Eu assisti no cinema, assisti quando passou na tv e hoje vou assistir novamente.
Assistam!!!
Fica a dia
Hoje, Cinemaxe , 01:00. Ou alugue.
Quem quiser baixar a trilha sonora do filme, CLIQUE AQUI. É de chorar...
Sábado terá um bazar super legal com um monte de coisas lindas!!! Toy arte, almofadas, bolsas, camisetas , bijoux, caderninhos costumizados, fanzines, saias para bailar e a minha coleção BabyWear MãMã e as roupas do VintageStore. No lugar funciona o ateliê do grupo GIAPP - Grupo Integrado de Acompanhamento Psicopedagógico e Profissionalizante que reintegra na sociedade pessoas com deficiência e situação de risco social, restabelecendo seu papel como cidadão por meio de ações sociais, educativas e ambientais, promovendo a sustentabilidade e visando a retomada de seus vínculos familiares. Lá eles fazem uns bonecos fofos, que estarão à venda também. Dê uma olhadaAQUI. Dê uma passada por lá... das 10 hs até as 19 hs. Rua Dr. Rafael de Barros nº 272 Paraíso.
Ontem fui buscar minhas velhas fitas na minha antiga casa, bateu aquela melancolia. Gostava realmente das fitas cassetes, cd era um luxo e mp3 nem sabia o que era direito na época ( e olha que não faz tanto tempo assim ). Gravava fitas e mais fitas, músicas e mais músicas, pra mim, ganhar uma fita de alguém de presente era a coisa mais linda que aquela pessoa poderia me dar. Tenho várias. Uma vez, num show qualquer da vida, um carinha chegou, nunca tinha visto, nem conhecia, me deu uma fita com um monte de músicas legais gravadas. Nunca mais o vi. Me lembro que fazer uma fita pra alguém demorava horas e mais horas, escolhiam-se as músicas, gravava, fazia a capinha, era delicioso... depois chegou o cd bombando cheio de mp3 e as fitas foram ficando lá pra trás... hoje quase não existem mais Ontem ouvi minha primeira fita dos Smiths, lembrei de tanta coisa, épocas que se foram e não voltam mais, saudades daqueles tempos, tudo era muito mais simples e intenso. Não existia internet ( existia mas eu não tinha, era luxo ) escrevíamos cartas pros amigos queridos, gravávamos fitas cassetes e enviávamos pelo correio... ai quanta saudade. Ela está condenada ao desaparecimento mas sem ela, a novíssima tecnologia de discos ópticos-magnéticos não existiria. Viva a fita magnética.
Como diria minha banda do coração " Make me a mixtape something old and something new something I said or that we did that reminds me of you make me a mixtape that makes me yours. "
Hoje fui ao banco, odeio ir ao banco porque sei que sempre sou barrada na entrada por causa da quantidade de metais que carrego dentro da bolsa. Bom enfim, fui mesmo assim... não se pode atrasar as contas não é mesmo?
Nessa foto tudo que tinha na minha bolsa hoje. Nessa tudo que tive que deixar na minúscula caixinha no vidro do banco, tudo que continha metais, inclusive a bolsa e os óculos que são de plástico acredita? Sorte de eu estar de bom humor hoje e estar sem a Maria de carrinho, imagina colocar o carrinho de bebê naquela caixinha? hehe
Bom, por onde começar a contar minha saga pra conseguir comprar um ingresso ( que estava esgotado desde a semana passada ) e ver o show do Beirut. Resolvi que iria na porta e comprar de cambista e fui. Eles estavam cobrando 200 reais por um ingresso que vale 60 contos, o primeiro que encontrei ofereci 100, ele disse fechado e me deu o ingresso, pensei na hora " que rápido e que fácil " mas quando abri o ingresso era pro show da Lily Allen na quarta-feira. Saí correndo do carro, puxei meu dinheiro da mão do cambista e devolvi o ingresso que ele havia me dado. Bom, daí comecei a perguntar sobre ingressos para os cambistas, eles não queriam vender por 100 reais, nem me davam ouvidos quando eu falava com eles, daí um disse que tinha e começou a agilizar o ingresso de 100 pra mim, ele corria para lá e para cá, dizia para eu esperar, pra ir pra lá, ir pra cá... até que ele conseguiu, junto de um outro cambista, me dar o ingresso, eu já estava ligada que não deveria dar o dinheiro pra eles antes de ter o ingresso em mãos. O outro cambista me deu o ingresso, eu olhei pra ver se realmente era do show do Beirut e vi que era, dei a ele o dinheiro, duas notas de 20 uma de 10 e a outra de 50, já estava guardando o ingresso no bolso, feliz da vida quando em coisa de segundos o outro cambista começou a gritar dizendo que era 150, trocou o dinheiro e me deu duas notas de 50, arrancou o ingresso da minha mão e saiu fora dizendo sei lá o que. Nessa, duas mulheres vieram correndo para mim perguntando do meu dinheiro, se o cambista tinha trocado o meu dinheiro, o negócio foi tão rápido que eu nem percebi, dei o dinheiro a elas e elas falaram, FALSO. O meu sangue subiu e fui correndo ( detalhe que estava de salto altíssimo ) atrás do cara, xingando e intimando ele. " Quero minhas outras notas de volta, as duas de 20, a de 10 e a de 50 e eu te devolvo as que você me deu " ele gritando " não está comigo, não está comigo " e eu dizendo " lógico que está, você arrancou o ingresso da minha mão e me deu o dinheiro, lógico que está com você " nessa chega a amiga da menina, que estava comigo o tempo todo, uma mulher grande, mas grande meessmooo, alta, chegou chegando no cambista safado, ele tinha feito a mesma coisa com elas, " devolva já as notas pra elas " AGORA!!! ele tirou do bolso uma nota de 20, me deu e uma outra de 50 e saiu fora dizendo que o dinheiro não estava com ele. Quando olhei pras notas eram falsas também. Acabei que eram quase 22:00 a hora em que o show ia começar, e estava com 170 reais em dinheiro falso. Pensei eu rapidamente " já que o cambista me deu o cambal, eu vou dar o cambal no cambista " . Fui até um outro cambista (como o show já estava começando, os preços baixaram) ofereci 100 ali na hora, ele me deu o ingresso, peguei, dei os 100 falsos pra ele e saí correndo pro meio da multidão pra nem dar tempo do cara ver que o dinheiro não era dinheiro. Quando entrei, o corpo tremia, eu disse Ufa! Consegui! Liguei pra minha mãe, liguei pro marido, e fiquei mais calma. Comprei uma água ( com dinheiro verdadeiro claro ) e fui procurar meu lugar pra ver o show. E nem preciso falar mais nada, o show foi lindo, incrível, maravilhoso. Chorei quando tocou Elephant Gun e Postcards from Italy. Lindo lindo... me arrepiava a cada música. Valeu a pena todo o esforço com certeza. E a frase do dia é " O cambista me deu o cambal, mas eu também dei o cambal no cambista ". Sei que é errado, mas não pude me conter... e valeu a pena!!!! Acabei que fiquei com 70 contos falsos que coloquei na geladeira como souvenir e aquela sensação boa, de ter lavado a alma no show dessa banda linda.
Vestido Branco dos anos 60's. Era da minha sogra, usou grávida do meu marido. Tem 32 anos esse vestido. A primeira vez que usei foi no meu aniversário em 2007. Dois meses depois engravidei. Dá até um medinho de usar de novo. hehe
Depois de não achar nada legal no mercado tradicional de roupas de bebê para minha filha, começei eu mesma a fazer peças diferentes, coloridas e únicas. E depois do sucesso que elas fizeram, aqui está a primeira coleção para o bebê e criança, a partir das primeiras peças que fiz. São estampas únicas e exclusivas, todas 100% algodão, lindas e vestem super bem. Vá lá, visite, compre. www.mamaportabebes.com
Com desapego social, ambiente despretencioso e entusiasmo sonoro, o quarteto Jellyroll aposta nesta mistura para reacender as chamas do groovie em São Paulo. Ray Charles, James Brown, Rolling Stones, Beatles, Fats Domino e Flaming Groovies, fazem parte de uma receita consistente para atrair as almas desgrudadas de volta ao calor das pistas, enquanto o Jellybull mantém os arritmados a salvo no balcão. E para os entusiastas gastronômicos que cochicharem no bar a frase secreta podem ganhar um Jellyshot, e não se deixe enganar pela aparência diminuta e colorida, esta instável alquimia vista pela última vez em tempos remotos pode facilmente transformar seus joelhos em... bom, em gelatina.
Sim, a idéia é simples, o ritmo fora de controle e a motivação tão inexplicável quanto a própria descrição do evento.
Ando um pouco sumida de internet esses dias, estou sendo consumida pelo tempo e pelos livros. Resumindo, se fico na internet não leio, então, meu tempo extra é para ler. Estou completamente maluca com " O Físico " de Noah Gordon. Daqueles livros que não da para parar de ler, só quando os olhos ardem. 600 deliciosas páginas de uma letrinha minúscula e de uma leitura maravilhosa. Recomendo!